A razão principal - a única que importa - do voto é sempre deixada de lado porque, ou porque não se pode vê-la, ou porque não se quer vê-la: nunca se trata da escolha ser a melhor alternativa, e sim no que ela me retorna, de modo que, reelejo, sim, se ele me deu grana, criou a universidade em que estudo, liberou minha maconha ou proporcionou que eu comprasse meu Pálio.
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